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Dr. Google

A saúde na era das notícias falsas: pode confiar em tudo o que lê?

Quando somos confrontados com uma questão de saúde, nossa ou de quem está à nossa volta, devemos parar para pensar. Naturalmente, há assuntos sobre os quais nunca nos debruçámos, sendo que obter informação credível sobre eles, nesta era das «notícias falsas», é tudo menos óbvio e evidente.

A tendência é pensar que o vizinho, o colega de trabalho ou o amigo nos pode esclarecer e, pior, há uma tendência generalizada para se pensar que tudo o que está na internet é confiável e sensato. Esta ideia não é aconselhável e pode significar complicações sérias. O quadro clínico de quem está ao nosso lado pode não ser igual ao nosso e nem toda a informação que encontramos é verdadeira. E sim, falamos até de uma «simples» constipação ou gripe que pode ter de ser tratada de maneiras diferentes, consoante o caso. 

Com a institucionalização da ‘rede das redes’ a informação ficou mais acessível, mas também muito menos verificada por especialistas. Se é positivo o sentido democrático deste movimento, e hoje o cidadão tem mais voz na vida pública, tudo o que é informação especializada deve continuar a ser procurada junto de peritos creditados nos diversos temas. Na área da saúde esta questão pode assumir contornos graves e evitáveis.

 

O que fazer então?

Se precisa de saber alguma coisa sobre uma condição de saúde a sua primeira atitude deve ser recorrer a profissionais de saúde de proximidade, nomeadamente centros de saúde, Farmácias e Linha Saúde 24, que estão mais perto e podem agir com mais rapidez e eficácia. 

O entanto, não podemos ignorar que muitas vezes o primeiro impulso é perguntar ao «Dr. Google» e ler os primeiros resultados que nos aparecem online. Certo? Errado. A maior parte das vezes isto cria maior confusão e um medo potencial na cabeça do doente. Se precisa de informação imediata pense nos sites oficiais das autoridades nacionais de saúde como o Serviço Nacional de Saúde, o INFARMED I.P., a Linha Saúde 24 ou os sites ligados a Centros de Saúde ou Hospitais.

Pense depois nos parceiros deste setor, como as Farmácias comunitárias, as empresas Farmacêuticas e distribuidores Farmacêuticos que são entidades privadas, mas reguladas pelas leis do setor. 

Pode também consultar os órgãos de comunicação social mais credíveis, nomeadamente imprensa oficial, com registo na ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social), seguidora das regras essenciais de quem é profissional da informação, segundo um código obrigatório de procedimentos, regras e ética. 

Há diversos blogues, sites, influenciadores digitais e até portais que são marcas reconhecidas, mas que não têm as obrigações da comunicação social, ou seja, não fazem trabalho jornalístico rigoroso, ouvindo profissionais de saúde, verificando informação e recorrendo a fontes oficiais. 

Se perceber isto será mais fácil questionar opiniões de qualquer pessoa que escreva sobre estes temas ou até de sites/entidades que veiculam informação de terceiros, sem terem verificado a sua veracidade. É mesmo preciso desconfiar, até porque todos os dias encontramos informações falsas que, quando repetidas muitas vezes, ganham o rótulo de «verdadeiras». 

Quanto às redes sociais, ainda que habitualmente não sejam a fonte mais completa de informação (até por limitações de espaço), podemos confiar nelas se forem da responsabilidade de entidades oficiais como o Serviço Nacional de Saúde, as Farmácias comunitárias ou as empresas Farmacêuticas.

 

A Teva chegou ao digital

De modo a acompanhar a revolução digital e a ter uma rápida difusão de informação que acrescente valor ao setor, a Teva Portugal chegou recentemente ao universo online através das redes sociais e, em 2020, com o novo Blog maismomentos com saúde by Teva. A responsabilidade que temos como parceiros nesta área e a missão que abraçamos de levar os cuidados de saúde a um número cada vez maior de pessoas leva-nos a querer contribuir com informação fidedigna, proveniente das nossas equipas de investigação e dos melhores profissionais. 

Queremos participar para ajudar a viver melhor com informação prática e conselhos de prevenção, porque sabemos que a saúde se mantém se perseguirmos, todos os dias, estilos de vida mais saudáveis. Fazer desporto, alimentar-se com qualidade nutricional, fazer rastreios de saúde, fomentar as ligações sociais e familiares e aprender sempre mais – sabendo cuidar melhor de si e de quem o rodeia – é o que nos propomos a ajudar a fazer.

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